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Como “sobreviver” à menopausa

Cientificamente, a menopausa corresponde ao fim das menstruações espontâneas e, geralmente é confirmada após 12 meses consecutivos sem qualquer período menstrual. No mundo ocidental, a idade média da menopausa ocorre por volta dos 51 anos, não sendo regra. Existindo menopausas precoces e outras mais tardias.

Mas, para além da interrupção da menstruação, o organismo da mulher experiência vários outros fatores que podem tornar-se complicados de lidar. Tanto para a própria mulher, como para quem a rodeia.

No entanto, a evolução dos estudos dá algumas dicas que ajudam a atenuar e ultrapassar certas fases, que até então poderiam ser muito mais complicadas.

É o caso da menopausa, desde o aumento do peso, às mudanças repentinas de humor e os tão conhecidos afrontamentos. Este período que dita o fim da fertilidade mexe com o corpo todo da mulher, a nível físico e psicológico.

Tal acontece devido à diminuição da produção de estrogénio. Este novo ambiente hormonal ocorre repentinamente, o que torna os sintomas mais intensos do que se fosse acontecendo gradualmente.

Os afrontamentos

São uma onda de calor que atinge o corpo da mulher. Principalmente a parte superior, tronco, braços e cabeça. Com uma duração de apenas alguns minutos, que depois dá lugar a suores frios e, em alguns casos, pode causar vertigens.

Noites mal dormidas

As alterações ao nível psicológico e hormonal, dificultam as noites de sono. Muitas vezes relacionadas com os afrontamentos, também experienciados durante a noite, que a impedem que tenha uma noite tranquila. Também relacionado com a parte psicológica está a dificuldade em adormecer e algumas insónias podem-se traduzir na dificuldade em adormecer ou conseguir dormir a noite toda sem interrupções.

Mudanças de humor

Devido às diferenças na produção das hormonas e a tudo o que o corpo da mulher experiencia durante este período, as mudanças de humor também são comuns.

Algumas podem mesmo assemelhar-se a uma depressão. Todavia, não existem estudos que relacionem o período da menopausa com a depressão.

Alimentação na menopausa

A alimentação deve ser sempre adequada ao nosso estilo de vida, idade, momento. A alimentação é, sem dúvida, o primeiro passo para nos mantermos saudáveis e alguns alimentos interferem mesmo no modo como nos sentimos.

A fase da menopausa não é diferente. Não se trata só de uma dieta equilibrada para perder peso, mas sim para ajudar a lidar com uma fase que para certas mulheres é mesmo muito complicada.

Os peixes ricos em ómega 3 como o salmão, a cavala ou a sardinha dão à mulher os óleos gordos que ajudam a atenuar as diferenças de humor.

É essencial aumentar o consumo de cálcio e vitamina D pois a diferença na produção de estrogénio faz com que a fixação de cálcio nos ossos diminua, aumentando paralelamente o risco de lesões ou mesmo osteoporose.

Alimentos como amêndoas, sementes de sésamo, feijão branco ou espinafres são ótimos para ajudar a repor os níveis do cálcio e são facilmente absorvidos pelo organismo.

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Os produtos à base de soja também são um ótimo aliado, uma vez que a soja possui estrogénios vegetais na sua composição o que ajuda a equilibrar a descompensação hormonal. (Os alimentos Lev® são concebidos através da proteína presente de soja)

 

Sem esquecer, um suplemento alimentar que ajuda em todos os campos mais comuns da menopausa, o óleo de onagra. Para além de todos os benefícios inerentes ao mesmo que pode rever aqui, o óleo de onagra ajuda na regulação hormonal, o que vai produzir um efeito benéfico nos afrontamentos, nas alterações de humor e mesmo nas noites mal dormidas.

Menopausa e Exercício

A equação perfeita para uma vida saudável: alimentação e exercício.

A junção dos dois componentes faz maravilhas à saúde e à maneira como nos sentimos.

Com uma relevância ainda maior na menopausa, pois nesta altura o metabolismo sofre uma quebra, tornando-se mais lento, o que leva à perda de massa muscular e uma menor capacidade de queimar calorias. Como consequência deste processo há uma maior probabilidade de acumulação de gordura abdominal, que aumenta o risco de doenças cardiovasculares.

O exercício, para além de ajudar na própria autoestima da mulher ajuda a atenuar alguns sintomas, como é o caso dos afrontamentos e da insónia provocada pela menopausa. A libertação das endorfinas ajuda no combate e resistência ao stress, deixando a mulher mais relaxada e calma.

As modalidades praticadas na água são aconselhadas nesta altura, como a hidroginástica e natação. Nos dias de hoje a escolha é mais alargada, tem o aqua bike, aqua jump, e muitas mais.

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Dentro de água o trabalho muscular é mais intenso reduzindo o impacto.

Continua a ser aconselhado um estilo de vida ativo, as dicas habituais continuam atuais. Substitua o elevador pelas escadas, evite passar muitas horas sentada. No mínimo três vezes por semana, abrace a prática de exercício físico.

Como é obvio, os sintomas são diferentes de mulher para mulher. Estima-se uma intensidade destas perturbações nos primeiros dois anos que tendem a terminar espontaneamente ao fim de 5 anos. Nem sempre é necessário um tratamento associado à menopausa, no entanto, estas dicas podem ajudar a “sobreviver” à mesma. ;)

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3 Replies to “Como “sobreviver” à menopausa”

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